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Navio Varredor Araçatuba – M 18: A Homenagem da Marinha à Cidade de Araçatuba

por | 07/01/2026 | MEMÓRIAS | 0 Comentários

A história do – M 18 começa ligada ao desenvolvimento de embarcações especializadas para varredura de minas, projetadas originalmente na e incorporadas posteriormente pela . De acordo com as informações encontradas, esse navio pertence à classe Aratu, derivada da Schütze-Klasse alemã, construída pelo estaleiro Abeking & Rasmussen, em Lemwerder, na antiga Ocidental. As buscas mostram que os navios desse grupo foram adquiridos pela Marinha entre 1971 e 1975, reforçando a modernização das operações de desminagem costeira.

História e origem da homenagem

A homenagem a se materializou com o lançamento de uma embarcação que carregaria o nome da cidade pelos mares. O – M 18, também conhecido como “Dragão”, teve seu lançamento ao mar em 14 de abril de 1971 e foi incorporado oficialmente à em 12 de abril de 1972. Seu primeiro comandante registrado foi o Capitão‑ Serge Torres de Carvalho, responsável por iniciar os trabalhos operacionais da embarcação.

O fato de receber o nome “” representou o reconhecimento da Marinha ao município paulista, valorizando sua importância regional, seu desenvolvimento e sua representatividade histórica no cenário nacional. Essa prática de homenagear cidades por meio de navios está presente em diversas classes da Marinha brasileira e reforça o vínculo entre instituições militares e comunidades civis.

A integração à Marinha e suas funções estratégicas

Depois de incorporado à frota brasileira, o – M 18 passou a integrar o Esquadrão de Minagem e Varredura. Sua principal missão envolvia ações estratégicas de desminagem, essenciais para a segurança da navegação, principalmente em áreas litorâneas e pontos de passagem considerados sensíveis.

Entre as funções desse tipo de navio, destacam‑se:

• varredura mecânica para remoção de minas marítimas;
• apoio em exercícios e operações militares de defesa;
• reforço da segurança naval em regiões costeiras.

A destaca, em seus materiais, que esses navios são conhecidos pelo lema “homens de ferro em conveses de madeira”, uma referência à estrutura em madeira típica dessa classe e à resistência exigida de seus tripulantes.

A importância simbólica para

Ao receber seu nome estampado em uma embarcação militar brasileira, passou a integrar oficialmente o patrimônio de homenagens da Marinha. Essa ligação não apenas fortaleceu a identidade da cidade no cenário nacional, mas também criou uma conexão afetiva entre seus moradores e as Forças Armadas.

O – M 18 simboliza, portanto, um tributo permanente à cidade, levando seu nome a diferentes regiões do país e mantendo viva a memória dessa homenagem ao longo das últimas décadas. Mesmo após a modernização de equipamentos e o avanço tecnológico da Marinha, o registro histórico do M 18 permanece como um capítulo importante tanto para a instituição militar quanto para .

Clique aqui para ver as características técnicas do NV – M 18.

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