Fausto Perri

por | 13/09/2025 | PERSONALIDADES | 0 Comentários

nasceu em 14 de janeiro de 1914, em Cosenza, na , filho de e . Antes de completar um ano de vida, sua família migrou para o . Pouco tempo depois retornaram à , onde permaneceram até 1921.

Com o falecimento do pai, a mãe e os filhos estabeleceram-se definitivamente em (SP). Lá, Fausto estudou no e na , concluindo a formação em 1931.

Logo em seguida, mudou-se para çatuba, cidade jovem e em crescimento, onde já residiam suas irmãs casadas.

Carreira em çatuba

Em 1933, tornou-se sócio do cunhado na , atuando como secretário e de . Em 1938, assumiu o cargo de diretor administrativo, enquanto permanecia como diretor-geral.

A instituição passou a se chamar e criou também o Ginásio çatubense. O prédio histórico, localizado entre as ruas Carlos Gomes e Regente Feijó, tornou-se referência educacional da cidade.

A escola oferecia cursos de , , e , atraindo grande número de jovens. Além do ensino, destacou-se pelas atividades esportivas, com quadra movimentada por treinos e campeonatos. Foi um dos principais centros formadores da elite cultural, social e política de çatuba.

Durante um período de obras do Colégio Estadual e Escola Normal de çatuba (futuro ), suas aulas também foram ministradas nas dependências da .

Atuação profissional e social

registrou-se no Ministério da Educação como de , Ciências Naturais, Matemática, Inglês e Desenho. Seu nome passou a constar, desde 1944, no Registro de Professores e Auxiliares da Administração Escolar.

Participou de inúmeros congressos de ensino comercial e manteve intensa vida intelectual e cultural em çatuba. Em sociedade com , Dr. e Dr. , foi proprietário do jornal e da .

Entre os alunos inspirados pela instituição esteve o e escritor (1918–1945), que dedicou seu livro O Estranho Idioma a e .

Em 1943, casou-se com , com quem teve três filhos: Eduardo, Marcelo e Roberto. Em 1948, optou pela cidadania brasileira. Participou da vida social da cidade, especialmente do çatuba Clube, desde sua fundação.

De çatuba a

Em 1968, por razões familiares, desligou-se da Escola de Comércio D. Pedro II e mudou-se para . Lá, atuou no (), onde idealizou a Caixa Beneficente dos Funcionários do (), sendo diretor administrativo até 1981.

Também dirigiu o , ligado à primeira instituição brasileira de educação bancária. Sua trajetória foi marcada pela organização, espírito conciliador e dedicação ao ensino por mais de 40 anos.

Homenagens e legado de

Vitimado por uma doença, faleceu em em 30 de novembro de 1981. Anos depois, foi homenageado com a denominação da Escola Municipal de Educação Básica , no , em çatuba.

Sua vida dedicada à educação, ao jornalismo e à comunidade deixou um legado de respeito e reconhecimento. permanece como uma das personalidades mais importantes da história de çatuba.

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