Joaquim Dibo

por | 12/03/2025 | PERSONALIDADES | 0 Comentários

foi um destacado educador e líder comunitário em çatuba, , conhecido por seu papel fundamental na criação da de çatuba. Sua dedicação à educação e ao desenvolvimento da região deixou um legado duradouro.

Início da Carreira e Envolvimento Educacional

Radicado em çatuba, Dibo dedicou-se ao ensino e à promoção de iniciativas educacionais. Sua visão e liderança foram cruciais para mobilizar a comunidade local em prol da criação de uma instituição de ensino superior na cidade.

Em 1933 criou a , tendo como sócio seu cunhado . Logo após ele assume, em 1938 a Direção Geral da faculdade. Sua sede ficava na esquina da com a Regente Feijó, chegando aos fundos até a esquina da praça João Pessoa. Era uma referência na cidade.

Essa instituição era bem conceituada e um dos principais centros de ensino da cidade. Oferecia os cursos: Básico e Técnico de , inicialmente denominados Propedêutica e Curso de Contador; e também: Curso , e . Quantidade imensa dos jovens da cidade frequentavam essa Escola. Essa dispunha de uma quadra de esporte que era muito utilizada para treinos e até campeonatos regionais; vários jovens eram estimulados para a prática de basquetebol e voleibol. Como os cursos eram predominantemente noturnos, nesse período havia enorme movimento de jovens na Escola e na Praça , ao lado. Muitos professores do então ensino e técnico (atualmente ensinos fundamental e médio) ali começaram suas carreiras. A Escola era muito respeitada. Ali foi formada boa parte da elite cultural e social da cidade e muitos líderes políticos.

O então Colégio Estadual e Escola Normal de çatuba, anos depois designado Instituto de Educação , em período de construção de nova sede, funcionou temporariamente utilizando salas de aula da D. Pedro II.

Jornal

Em sociedade com , dr. Augusto Simpliciano Barbosa e dr. , foi proprietário do jornal A Comarca e da Livraria e Tipografia Bandeirantes.

Entre vultos de çatuba que foram estimulados pela citada Escola, encontra-se o ex-aluno (1918-1945) que se notabilizou como Jornalista e escritor. Em seu livro “O Estranho Idioma”, Impresso em A Comarca, em 1939, o autor dedica-o a alguns cidadãos da cidade, como Joaquim Dibo e Fausto Perri.

Fundação da Faculdade de Farmácia e Odontologia de çatuba

Em meados da década de 1950, Dibo liderou o movimento para estabelecer a Faculdade de Farmácia e Odontologia de çatuba. Com o apoio de figuras políticas e sociais influentes, como , proprietário da Rádio Cultura AM de çatuba e Rádio Cultura FM de çatuba, e os prefeitos Dr.  e Dr. , a iniciativa ganhou força.

A Câmara Municipal de çatuba, sob a liderança de presidentes como Aristides Troncoso Peres e Augusto Simpliciano Barbosa, também apoiou a causa. A imprensa local, representada por veículos como e , contribuiu para a divulgação e promoção do projeto.

Apoio de Entidades e Personalidades Locais

Diversas entidades e personalidades locais uniram-se em torno da iniciativa. A Associação Odontológica Regional, sob a presidência de Elias Gonçalves da Motta e Ruy Damiano Castilho, e a Associação Comercial de , liderada por Izidoro Villar e Antenor Geraldi, foram fundamentais no apoio ao projeto.

Professores renomados da região, como Fausto Perri, que acompanhou Dibo em todas as iniciativas educacionais, e outros educadores como Abranches José e Adelino Moreira Marques, participaram ativamente dos primeiros concursos vestibulares da faculdade.

Legado de

A dedicação de à educação e ao desenvolvimento de resultou na criação de uma instituição de ensino superior que continua a formar profissionais de destaque nas áreas de Odontologia e . Seu legado permanece vivo na comunidade acadêmica e na cidade de .


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