Margareth Pedrosa

por | 05/01/2026 | PERSONALIDADES | 0 Comentários

A história de está diretamente ligada à evolução da comunicação no interior paulista. Nascida em 14 de junho de 1960, em , ela se tornaria, ao longo de mais de três décadas, uma das figuras centrais da imprensa local. Sua presença nos jornais, no rádio e na televisão ajudou a moldar o jornalismo regional, sempre com elegância profissionalismo e dedicação ao interesse público.

Início de vida e primeiros passos na comunicação

nasceu e cresceu em e, ainda jovem, desenvolveu um forte interesse pelas histórias da cidade e pelas transformações sociais ao redor. Mais tarde, sua ligação com a comunicação se tornou ainda mais forte ao aparecer frequentemente nas crônicas bem-humoradas do , seu marido. Nessas colunas, muito lidas pela população, a figura da “Dona Marga” ganhava vida como personagem marcante das situações cotidianas, aproximando ainda mais seu nome do público araçatubense.

Com o tempo, passou a integrar efetivamente a imprensa local, assumindo a profissão de e redatora, algo que se tornaria sua marca por toda a vida.

A consolidação da carreira jornalística

A trajetória profissional de começou a ganhar grande visibilidade na década de 1980. Foi nesse período que ela, ao lado do fotográfico , ingressou no , levada pelo comunicador , um dos nomes influentes da época.

Posteriormente, também por indicação de Bitencourt, integrou a equipe fundadora da TVI SBT , emissora afiliada ao SBT no interior paulista. Ali, ela se destacou rapidamente pela postura firme e profissional diante das câmeras e nas reportagens externas.

Na TVI SBT , se tornou uma das repórteres mais atuantes do TJ Interior, além de participar de diversos programas especiais, coberturas jornalísticas importantes e transmissões ao vivo. Seu nome se tornou sinônimo de credibilidade, clareza e responsabilidade.

Margareth Pedrosa

Pioneirismo e resistência na TVI SBT

Ao longo de sua passagem pela emissora, enfrentou momentos cruciais. Em determinadas fases, o setor de jornalismo da TVI SBT sofreu reduções significativas, chegando ao ponto de ela ser a única repórter responsável por preencher todos os dias os 22 minutos do telejornal.

Mesmo diante desse cenário desafiador, manteve sua disposição, criatividade e agilidade, produzindo reportagens de qualidade, cobrindo temas diversos e preservando o compromisso ético que sempre guiou sua carreira. Esse período consolidou sua imagem como uma das jornalistas mais resilientes e essenciais da história da emissora.

Rádio, entrevistas e presença constante nos meios de comunicação

Além da atuação na televisão e no jornal impresso, continuou presente no rádio. Nos últimos anos, apresentou um programa de entrevistas na Rádio Comunitária Exelcior, onde aprofundava conversas com lideranças locais, representantes de instituições, artistas e personalidades da região. Sua condução leve, educada e direta se tornou outro dos muitos traços marcantes de sua trajetória.

Participação na política local

Com uma vida tão conectada ao público, Margareth Pedrosa também participou da . Em 2016, disputou o cargo de vereadora pelo PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), sendo registrada como candidata com sua principal atividade profissional listada como e redatora. Na ocasião, permaneceu como suplente do partido.

Últimos anos e despedida

Durante cerca de dez dias, Margareth Pedrosa esteve internada em uma unidade hospitalar de devido ao tratamento contra um câncer de pulmão. Apesar da luta intensa, faleceu em 19 de maio de 2022, aos 61 anos.

Viúva e mãe de Danielle e Patrícia, Margareth Pedrosa deixou uma legião de colegas de profissão, amigos, admiradores e moradores da cidade que reconheceram sua importância para a memória jornalística e cultural de . Sua vida e carreira continuam como referência para muitos comunicadores que a viram como inspiração.

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