Monumento ao Estudante Brasileiro

por | 09/01/2026 | MONUMENTOS | 0 Comentários

O foi inaugurado em 2 de dezembro de 1967, durante o aniversário da cidade, como uma realização pioneira do Interact Club de çatuba, entidade juvenil ligada ao . A escolha da ocorreu porque, naquele período, ela ficava entre várias escolas importantes da cidade, como o , o Colégio das Irmãs, o Instituto de Educação , o José Cândido e a Escola Japonesa. Dessa forma, o monumento estaria visível a centenas de estudantes que circulavam diariamente pela região.

A obra, modernista e confeccionada em bronze, representa um estudante estilizado sentado com um livro apoiado sobre a perna. A escultura foi instalada sobre um pedestal de mármore e se tornou referência visual na paisagem urbana da praça, que, segundo moradores, era considerada uma das mais belas de çatuba na época.

A concepção do monumento e seus responsáveis

O projeto foi conduzido pelo Interact Club de çatuba, cuja diretoria de 1967 era composta por (presidente), (vice-presidente), (secretário), (2º secretário), Plínio Gomes (tesoureiro) e (2º tesoureiro). Segundo relatos, os integrantes do Interact percorreram salas de aula e visitaram estudantes da cidade em busca de apoio financeiro, reforçando o caráter comunitário do monumento.

A placa inaugurada em 1967 registra homenagens ao prefeito Silvio José Venturolli, ao escultor , ao aluno — autor do desenho que venceu o concurso para criação da obra —, além de , do e da população de çatuba pela colaboração. O envolvimento do jovem foi marcante, e muitos anos depois ele se tornaria e proprietário da , sendo sempre lembrado com carinho.

A inauguração e a presença do movimento estudantil

A inauguração contou com a presença de representantes estudantis, entre eles Jeremias Alves Pereira Filho, então presidente da — que lembrou ter participado ativamente do evento. Ele também relata que, em homenagem ao monumento e ao patrono da obra, a organizou a Gincana Estudantil, mobilizando estudantes de diversas escolas. A ação teve apoio de nomes como Edgar Fernandes, Carlos Roberto Fattori, Brodósqui, Zé Ruy Veloso Campos, Wanda Viol, Regina Streicher, Zé Romano, Silvio Venturolli, , rádios Cultura e Difusora e até do Centro Acadêmico da .

Esses depoimentos reforçam o ambiente de engajamento juvenil e comunitário que marcou o surgimento do monumento, tornando-o um marco afetivo para gerações que estudaram na região.

A memória preservada na

Com o passar dos anos, o continuou como símbolo da presença estudantil no centro da cidade. Muitos moradores recordam a beleza original da e destacam que, mesmo com as transformações urbanas, a estátua permanece como testemunha da história local e da mobilização que marcou sua criação em 1967.

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